terça-feira, setembro 04, 2012

Recebimento de medicamentos garante funcionamento da UTI Cardiológica no HMWG


GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA

Natal (RN), 3 de setembro de 2012


Recebimento de medicamentos garante funcionamento da UTI Cardiológica no HMWG


A Diretora Geral do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), Fátima Pinheiro, falou na manhã desta segunda feira (3) sobre a atual situação da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Coronariana, ameaçada de fechamento, pelos médicos,desde a última sexta-feira (31). De acordo com a diretora, todos os 14 itens questionados pelo corpo de cardiologistas do hospital como sendo fundamentais para garantir a assistência aos pacientes que estavam internos na UTI cardiológica, já foram repostos.

Porém, mesmo com a chegada de todas as drogas ainda na tarde de sexta-feira, os cardiologistas agora questionam as quantidades fornecidas ao Walfredo Gurgel. Segundo eles, o que chegou só daria para uma semana. Eles querem que, tanto a direção, quanto o Governo do Estado, garantam o abastecimento de todos os medicamentos por um período de, pelo menos, 30 dias.

A solicitação dos médicos, atualmente, não corresponde a realidade do HMWG. O envio de remédios para a unidade via Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), acontece uma vez por semana. O pedido é enviado pelo hospital toda segunda-feira e recebido toda quarta-feira. As quantidades entregues, por conseguinte, também obedecem a este padrão de duração semanal.

Fátima esclareceu que com um número de atendimentos sempre tão alto e inconstante como o do Walfredo Gurgel, fica difícil conseguir planejar e adquirir todos os medicamentos utilizados sem que nunca haja faltas. “Hoje podemos ter 30 pacientes no corredor e amanhã 100. Enquanto o problema da demanda não for resolvido, não haverá medicação suficiente”, prevê a diretora.

Atualmente, dos seis leitos disponíveis que possui, a UTI Cardiológica tem apenas um paciente que continua internado sob os cuidados das equipes de plantão. O paciente ainda não tem previsão de alta.


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Kelly Barros - Subcoordenadora da Assessoria de Comunicação - ASCOM
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